O processo no papel primeiro
Antes de qualquer tela, a gente desenha o fluxo como ele acontece hoje, com as exceções e os jeitinhos. É ali que aparece o que o sistema atual deixou de fora.
fluxo → dado → tela
Trabalhos / III
O sistema genérico para no meio do seu processo. Em uma aplicação sob medida o time faz o trabalho do começo ao fim, sem exportar para uma planilha no caminho.
Capítulo I · a planilha
Existe uma planilha paralela porque o sistema não faz o que o processo faz.
Capítulo II · o improviso
O improviso vira rotina, e a rotina vira o sistema de verdade.
A regra é a sua O software se molda ao fluxo que já funciona, em vez de pedir que a equipe se molde a ele. É o que faz a planilha paralela perder a função.
Capítulo III · os dois números
Aí existem duas respostas para a mesma pergunta.
Uma versão só Cadastro, regra e histórico num lugar só. O relatório e a operação lendo a mesma fonte.
Capítulo IV · o que fica
Depois no ar, o processo inteiro acontece dentro da aplicação.
Evolui sem virar caos A próxima função entra sem derrubar o que já estava de pé.
O que entra no projeto
Quem usa planilha ao lado do sistema precisa do fluxo desenhado, do dado num lugar só e de telas que aguentam o dia inteiro. O projeto cobre isso, para o trabalho acabar dentro da aplicação.
Antes de qualquer tela, a gente desenha o fluxo como ele acontece hoje, com as exceções e os jeitinhos. É ali que aparece o que o sistema atual deixou de fora.
fluxo → dado → tela
O modelo é onde o processo vira estrutura. Feito com calma, aguenta os próximos anos de mudança. Feito com pressa, toda função nova cobra o preço.
Quem usa a aplicação usa oito horas por dia, não cinco minutos por mês. Cada clique a menos numa tarefa repetida vira tempo de verdade no fim da semana.
Menos passos por tarefa
Quem lança, quem aprova e quem só acompanha veem telas diferentes. Menos campo na frente de quem não precisa é menos erro e menos treinamento.
Sob medida não quer dizer ilhado. A aplicação entra puxando e devolvendo dado para o ERP, a planilha que ainda precisa existir e o que mais já estiver rodando na empresa.
Por que isso importa
Um sistema que não cabe no processo não é neutro. Ele cria um segundo sistema em planilha.
Ninguém escolhe trabalhar em dois lugares. A equipe faz isso porque a ferramenta parou antes do fim do processo. Eu desenho até esse fim: quando o software chega lá, a planilha paralela some, e o número que a gestão vê é o mesmo que a operação usa.
Trabalhos reais
Os produtos ficam portas adentro e o cliente não é nomeado. Este projeto real mostra o caminho: do diagnóstico à entrega, o tipo de aplicação que o seu processo pode ter.
Ato I · O diagnóstico
O fluxo era específico demais para caber num SaaS genérico. Planilhas e ferramentas soltas geravam retrabalho e erro.
Cliente não nomeado · confidencial Desenho de fluxo · Wireframe
Ato II · A modelagem
Antes das telas, o modelo de dados. É a parte que ninguém vê e a que decide se a aplicação aguenta a próxima mudança.
Cliente não nomeado · confidencial TypeScript · Nest.js · Prisma
Ato III · A entrega
Um sistema no formato do processo real, com menos atrito no dia a dia e base sólida para as próximas funções.
Cliente não nomeado · confidencial Next.js · React · PostgreSQL
Como a aplicação é feita
Sob medida quer dizer que o modelo e as regras são do seu processo. Para isso o código precisa ser previsível: fácil de mudar depois, sem derrubar o que já funciona. A escolha segue o problema, não a moda.
Próximo passo
Me conta onde a planilha entra hoje. Quase sempre é ali que o projeto começa.