Apontamento no posto
A tela fica onde o trabalho acontece, não só no escritório. Poucos campos, botão grande, mão suja. O operador registra sem sair do posto, e a gestão vê ainda no turno.
OP 4471 · em produção
Trabalhos / I
A produção não espera o relatório de ontem. Em poucos segundos o sistema mostra onde o processo está e o que fazer em seguida.
Capítulo I · o turno
Às seis da manhã alguém assume o turno e precisa saber onde a produção parou.
Capítulo II · a planilha
Se a resposta mora numa planilha preenchida no fim do dia, ela chega tarde.
Dado confiável O apontamento nasce no posto, na hora. Não na memória de quem passou por ali, nem na planilha do outro dia.
Capítulo III · a decisão
Quem está na linha tem segundos, não um treinamento de duas horas.
Decisão na hora Ordem, status e desvio já na primeira tela. Sem menu escondido, sem manual ao lado da máquina.
Capítulo IV · o que fica
Depois no ar, o sistema acompanha a linha, sem parar a produção.
Acompanha a operação Máquina nova, produto novo, turno novo. Ajusta e segue, sem parar a produção.
O que entra no projeto
Quem decide na planta precisa do apontamento no posto, da ordem num lugar só e de um painel que atualiza durante o turno. O projeto cobre isso, para a gestão olhar o mesmo número que a linha.
A tela fica onde o trabalho acontece, não só no escritório. Poucos campos, botão grande, mão suja. O operador registra sem sair do posto, e a gestão vê ainda no turno.
OP 4471 · em produção
Da abertura ao fechamento no mesmo lugar: o que produzir, quanto já saiu, o que falta. A ordem deixa de viver em três cadernos e passa a ter uma versão só.
Uma tela que a gestão abre e entende sem pedir explicação: o que está rodando, o que está parado e há quanto tempo. Dá para usar na sala e na parede da fábrica.
Atualiza durante o turno
Parada longa demais, refugo acima do normal, ordem atrasada. O sistema avisa enquanto ainda dá para agir, em vez de virar relatório no fim do mês.
A planta já tem ERP, balança, leitor, planilha que ninguém quer largar. O sistema entra conversando com o que está lá, sem exigir que tudo recomece do zero.
Por que isso importa
Um sistema confuso não é neutro. Ele empurra a equipe de volta para o papel.
Ninguém abre o sistema para admirar a tela. Abre para saber se pode seguir. Eu desenho para esse segundo: resposta à vista, no posto e na gestão. Se isso não acontece, a operação volta para a planilha e para o WhatsApp, e o dado que chega já não é o que aconteceu na linha.
Trabalhos reais
A maior parte desses projetos roda portas adentro e fica só entre a gente. Estes três mostram o tipo de sistema que a sua operação pode ter.
Case I · Visão do processo
A gestão acompanhava a produção com planilhas e conversas. Quando algo atrasava, o problema já tinha se espalhado.
Cliente não nomeado · confidencial TypeScript · Next.js · Nest.js
Case II · Chão de fábrica
O apontamento existia, mas em papel. Chegava ao sistema horas depois, quando já não mudava nenhuma decisão.
Cliente não nomeado · confidencial TypeScript · Node.js · SQL Server
Case III · Software industrial
Software de chão de fábrica que já roda em operação real. A prova está no produto, não só no discurso.
Ver projeto HTML5 · CSS3 · JavaScript
Como o sistema é feito
Sistema de chão de fábrica não é vitrine. Ele precisa aguentar o turno inteiro, conversar com o que a planta já tem e não perder apontamento quando a rede oscila. A escolha segue o problema, não a moda.
Próximo passo
Me conta como a produção é acompanhada hoje, inclusive se for no papel. A gente parte daí.